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quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Partida trágica...

Esta postagem é apenas uma manifestação simples de alguém que sente a partida de um amigo.

Pe. Jerônimo, natural de Santa Luzia na Paraíba, foi meu contemporâneo de seminário, colega de turma de Pe. Carlinhos, Pe. Claudenis e Pe. Chadas de nossa diocese.

Convivemos por cinco anos no Seminário Arquidiocesano da Paraíba Imaculada Conceição. Ele concluiu os estudos um ano antes do que eu, em 2005, sendo ordenado padre, se não me engano, no ano seguinte.

No seminário sempre foi alguém de iniciativa e criativo. Gostava de cantar e realmente tinha uma bela voz. Gostava de esporte, de música, era esforçado nos estudos e querido nos trabalhos pastorais.
Trabalhamos juntos por um ano fazendo atividades pastorais na paróquia de Nossa Senhora da Assunção em Alhandra - PB, quando nos aproximamos e criamos uma boa relação de amizade.

Eu gostava do seu sorriso alegre e meio menino, do jeito como ele levava as coisas a sérios, mesmo que não fosse tão necessário, da dedicação que tinha diante das responsabilidades assumidas, do zelo em preparar a liturgia no seminário...

É verdade que ele tinha também seus defeitos. Alguns o achavam meio "nariz empinado" ou exibido, mas do que eu pude conhecê-lo isso era mais impressão do que realidade. Vou guardar as lembranças boas de nossa convivência no seminário, da boa amizade que tínhamos...

Depois que terminamos o tempo do seminário ele voltou para sua diocese em Patos e eu voltei para Mossoró. Perdemos aos poucos o contato, mas pude estar presente em sua ordenação.

O corre corre da vida e a distância nos afastou, nos falamos pouco nesses últimos tempos, mas o carinho da amizade continuou sempre presente.

Pe. Jerônimo exerceu seu ministério naquela Igreja Particular de Patos até recentemente, quando foi acometido de um sério problema de depressão e, por isso mesmo, encontrava-se com suas funções limitadas para poder dedicar-se ao cuidado de sua saúde.

No último dia 21/09 ele saiu da casa de seus parentes e desapareceu, provavelmente acometido de uma crise, permaneceu desaparecido até a tarde do dia 27/09, quando foi encontrado morto. Todos os sinais indicam que ele tirou a própria vida,  mas a perícia ainda estava examinando o corpo até este momento em que escrevo.

Quero deixar aqui a manifestação pública do meu pesar pela partida deste irmão de caminhada. Partiu cedo (aos 33 anos), partiu tragicamente, vai deixar saudade no coração dos amigos e familiares.
Quero também solidarizar-me com os familiares e o clero da diocese de Patos. Contem com nossas orações.

Dai, Senhor, a este teu servidor, Pe. Jerônimo, o descanso e a paz em teu Reino.
Perdoa suas fraquezas, concedei-lhe contemplar a Vossa face. AMÉM!

Pe. Augusto Lívio


quinta-feira, 22 de setembro de 2011

A VONTADE DE DEUS: Festa de Santa Teresinha 2011

Estamos começando nossa festa, a festa do Seminário de Santa Teresinha.

Nesses dias estaremos bem ocupados por aqui com as celebrações, novenas, organizando a infraestrutura para bem vivermos esses dias...

Nosso tema deste ano "Eis me aqui, Senhor, para fazer a tua vontade!", nos convida a refletirmos sobre a vontade de Deus. Esperamos ajudar nossos seminaristas e todos os devotos e devotas da santa das rosas a pensar mais profundamente sobre a vontade de Deus em nossas vidas, na vida da Igreja e do mundo inteiro, e, porque não, de toda a criação.

Você é nosso convidado!

Nesses dias estarei bem envolvido com a festa, por isso, talvez não consiga postar nada por aqui...

Venha rezar e compartilhar conosco desses dias de oração.

Um forte abraço!!

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Meia-entrada para professor é direito ou privilégio?

Achei o assunto desta reportagem interessante, por isso estou postando. Espero que gostem..



Está aí uma boa decisão tomada pela Câmara Municipal de São Paulo, que acaba de ser aprovada: meia-entrada para professor ir a cinema, teatro e espetáculos.

Posso até imaginar que professores vão usar esse recurso com entretimento de baixa qualidade. Mas o fato é que, sem uma bagagem cultural, a capacidade de o professor estimular o aluno é muito menor. Professor em contato permanente com a cultura é o contato permanente com a criatividade.

Alguns podem dizer que meia-entrada para professor seria um privilégio, afinal por que não estender também para médicos. Ou garis.

Certamente não será essa a grande solução para a melhoria do professor. É algo que depende de treinamento constante, de benefícios para atrair talentos e de melhores condições de trabalho. Mas ajuda.

Como o professor é estratégico para formar todo um país, um projeto específico para ajudá-lo a vivenciar mais cultura terá um efeito propagador. Daí que tenho defendido há tempos o uso da cidade como espaço educativo, com suas inúmeras possibilidades gratuitas ou acessíveis.

Se dependesse de mim, haveria até mesmo descontos para a compra de livros e banda larga de internet. Afinal, professor que não lê (e são muitos, podem acreditar) jamais conseguirá ser um bom professor.

Gilberto Dimenstein, 54, integra o Conselho Editorial da Folha e vive nos Estados Unidos, onde foi convidado para desenvolver em Harvard projeto de comunicação para a cidadania.



domingo, 11 de setembro de 2011

PENSANDO NA VIDA E NA MORTE


Estes últimos dias têm sido para mim marcados por situações muito desafiadoras. Pessoas próximas, amigas e conhecidas, enfrentam momentos difíceis de doenças graves e uma querida amiga faleceu. Tudo isso me tem feito pensar, então senti o desejo de escrever sobre isso tudo...

Estava me lembrando de uma conversa que tive com alguém há muito tempo atrás sobre se era bom ou não dizer a alguém que está com uma doença grave que sua vida está em risco ou, se for o caso, que sua doença não tem cura e que ela irá morrer dentro de algum tempo.

Essa pessoa dizia que era melhor não dizer nada porque a pessoa poderia ficar deprimida ou desesperada e isso pioraria seu quadro, mas eu defendia a idéia de que se fosse comigo eu gostaria de saber. Mais ainda, eu achava (e ainda acho) que tinha o direito de saber sobre meu estado, pois isso seria determinante para a qualidade de vida do tempo que me restasse.

Lembrei-me desta conversa diante das situações que tenho vivido nestes dias em contato com tanto sofrimento de pessoas próximas a mim...

Acredito que a vida é um dom, um presente que recebemos e que viver é realmente algo maravilhoso, entretanto, também sei que a vida é frágil e limitada, somos todos mortais e a realidade da morte é nossa companheira constante... diria mais, nossa companheira inseparável, mesmo que silenciosa e discretamente despercebida.
Fugir dessa realidade é negar um fato: não podemos fugir dela.

Então, precisamos saber viver cada dia, cada momento, sem cair em imediatismos, mas sabendo que nossa vida constrói também a vida dos outros, por isso não posso ser irresponsável com a minha.
Minha vida está em relação com tudo: as pessoas, as coisas, o mundo ao meu redor. Viver é, então, mais do que aproveitar o que puder sem pensar no amanhã, mas é viver bem cada momento pensando no amanhã: no meu e no de todos os demais.

Diante da realidade da morte também não quero ter medo ou fugir, pois é uma perda de tempo. Quero abraçá-la e saber acolhê-la em minha vida como um momento a mais, que não se pode evitar para sempre.
Saber que um dia vou morrer, ou, talvez, saber que tenho um tempo limitado de vida por causa de uma enfermidade, me dá a oportunidade de melhorar a qualidade do tempo que me resta, avaliar o que devo fazer com mais cuidado, procurando tirar o máximo de proveito de cada coisa.

Porém, eu sei que este modo de pensar não é o das outras pessoas. Algumas pensam assim, outras, certamente pensariam em “quebrar tudo”, “chutar o pau da barraca”, entrariam em desespero ou cairiam numa vida entregue a todos os excessos possíveis. Isto significa que diante da realidade da morte se revela a nossa verdade mais fundamental: os meus verdadeiros pensamentos, valores, a verdade de quem sou eu...

Isto não é impressionante??!! Parece que somente nesta hora, diante desta realidade certa e intransferível que é a nossa morte, é que confirmamos ou revelamos a verdade de quem nós somos.

Meu Deus, como o ser humano perde seu tempo com tantas bobagens, e nisto perde a si mesmo também! Gastamos nosso precioso tempo lutando por coisas que, no final, veremos que nada são: lutamos por cargos, por dinheiro, por sucesso, por poder, por reconhecimento, por saúde, por conforto, por tantas coisas, mas no final vemos que esquecemos o que era mais importante: dizer a quem está perto de nós que o amamos, perdoar ao invés de gastar tempo precioso odiando, andar mais devagar e saborear a beleza do que está no caminho de nossa vida (amigos, familiares, a natureza, a arte, a música, um bom livro), encher nosso coração de bons sentimentos e pensamentos que nos elevam e nos fazem ver como a vida (e a vida de cada ser) é bonita.

Lembro-me agora de Renata, uma querida amiga falecida nesses dias. Jovem ainda partiu devido a complicações de uma enfermidade que estava tratando. Lembro-me dela porque nestes dias ouvi tantas coisas bonitas sobre ela, sobre sua alegria, sua capacidade de cativar as pessoas, de aproximar os amigos, sua simplicidade, sua atenção com os outros, tantas qualidades surgiram e foram lembradas com carinho e saudade por tantas pessoas que tiveram a alegria de conhecê-la e de conviver com ela. Partindo jovem ela deixou de viver muitas coisas ainda, porém, acredito que esses testemunhos mostram que ela viveu bem aquilo que lhe foi possível e isto é o mais importante.

Quantas pessoas vivem até a velhice e no final não tem nada a agradecer ou a recordar que realmente tenha sido bonito, significativo, que mereça ser recordado. Quando olham para trás se perguntam: “o que fiz da minha vida?”. Isto sim é mais triste e mais terrível do que a própria morte, pois se da morte não fugimos, pois não temos poder para mudá-la, de uma vida sem sentido podemos fugir, mudar, escolher o caminho, por mais difícil que seja a vida de cada pessoa. Não escolher saber viver bem a própria vida é insanidade, é desperdiçar este presente maravilhoso que é viver.

Bem, amigos e amigas, este texto é mais um desabafo do que um pensamento bem ordenado. Sei que muitas idéias devem estar meio perdidas pelo caminho, mas penso que este assunto não dá para falar simplesmente de modo acadêmico, técnico. Quis falar de modo muito pessoal e compartilhar com vocês estes pensamentos e sentimentos.

Espero que isso ajude a vocês a refletirem sobre tudo isso também.
Vamos viver bem a vida para saber abraçar nossa morte quando ela chegar sem desespero ou pesar. Saber viver é fundamental para saber morrer..

Eu quero aprender as duas coisas. Peço a Deus que me ajude a alcançar esta graça!

Pe. Augusto Lívio.

domingo, 4 de setembro de 2011

“Odres novos para vinho novo”



Tenho pensado muito, nestes dias, após a Jornada Mundial da Juventude de Madrid, sobre o desafio de evangelizar nos dias atuais.
Percebo que nossa prática está, muitas vezes, marcada por uma mentalidade, um modo de pensar a fé e sua transmissão, que não correspondem ao modo de pensar e sentir da “nova” messe que se apresenta diante de nós neste novo milênio.

Vou tentar explicar o que quero dizer....

Nos últimos 500 anos, a Igreja (e quando falo Igreja, me refiro a sua totalidade: clero, religiosos e leigos) evangelizou no ocidente, em sua maior parte, dentro de um ambiente de cultura cristã, ou seja, num ambiente no qual, se as pessoas não conheciam o evangelho ou viviam em comunidades eclesiais, as pessoas conheciam e aceitavam a pessoa de Jesus com todas as afirmações dogmática relativas a Ele e, deste modo, falar de Jesus, anunciar que Ele é o Filho de Deus que veio ao mundo por amor a nós e deu sua vida como grande doação de amor para nossa salvação, sempre foi claramente compreendido e aceito. Então, a evangelização se tornou um processo de conscientização, de levar as pessoas a tomarem consciência e a sentirem como algo próximo, real, pessoal, aquilo que elas, em geral, já sabiam de modo cultural e conceitual. Essas pessoas eram, e ainda são hoje, convidadas a (re)descobrirem o valor e a beleza da fé que conhecem, mas não experimentam em suas vidas.

Entretanto, existe uma realidade nova, que cresce a cada dia devido ao processo de secularização crescente no mundo. Esta realidade é a das pessoas que nascem sem receber nenhuma catequese cristã, algumas foram até batizadas, mas somente isto. Outras foram educadas distantes do contato com o mundo religioso, olhando a religião (ou as religiões) como uma espécie de curiosidade cultural, filosofia de vida, etapa primitiva do processo evolutivo do ser humano, um fenômeno a ser estudado pelas ciências humanas e por aí vai...

O discurso dogmático não funciona com essas pessoas... Dizer coisas do tipo: “Jesus é o Senhor”, ou “Jesus é Deus, nosso salvador”, ou ainda “Quem segue a Jesus encontrará a salvação”, tem tanto efeito como usar uma peneira para tapar o sol. Essas pessoas escutam este discurso e dizem: “ daí?”, “Isso é o que você diz, é a tua verdade, mas eu penso diferente”, “isso é história para criança, quem ainda acredita numa fantasia dessas?”

O que fazer? Como evangelizar neste contexto? Estas perguntas têm me perseguido há alguns anos e voltaram com muita força durante a Jornada Mundial da Juventude, pois vi esta contradição presente: jovens que se declaravam fiéis e fervorosos no desejo de seguir Jesus, e jovens que não viam sentido nenhum em tudo aquilo e, por isso mesmo, protestavam contra a Jornada.
Nos discursos se dizia: “Jesus é o único que pode dar sentido a vida dos jovens”. Porém, isto não quer dizer nada para esta nova geração que cresce a margem da fé cristã...

Comecei, então, a pensar que modelo de evangelização poderia funcionar neste novo tempo, nesta “mudança de época” em que vivemos.
Percebi que o modelo “tradicional” (que não quer dizer da tradição da Igreja) baseia-se em um modelo teológico conhecido como “teologia de cima”, ou seja, se parte de conceitos já estabelecidos pela Tradição e pelo Magistério como verdades fundamentais da fé (por exemplo, Jesus é humano e divino) e, partindo disto se realiza uma reflexão explicativa, para provar este conceito como verdadeiro. A evangelização que segue este modelo parte do anúncio de que Jesus é o Senhor, de que Deus nos ama, de que Jesus nos salvou na cruz, e, partindo deste kerigma, se constrói o discurso para que a pessoa compreenda este anuncio, o acolha e faça sua adesão de fé.

Este modelo de evangelização não alcança esta nova realidade crescente no mundo, como já expliquei acima. Este modelo toca aqueles que têm algum referencial cristão ou tem uma abertura e uma busca por esse encontro com Deus de modo muito consciente. Porque para quem não tem o referencial cristão, esta busca pode estar sendo respondida em outra experiência religiosa...

Existe outro modelo de evangelização, também baseado em um modelo teológico conhecido como “teologia de baixo”, que me parece um caminho de resposta ao desafio da evangelização nas novas realidades de hoje. Este modelo parte da realidade do evangelizador e dos seus interlocutores. Parte das experiências da vida concretas, tentando perceber seu sentido mais profundo numa perspectiva cristã de seguimento de Jesus, procurando viver, sentir, se relacionar partindo dos valores do evangelho de Jesus. Neste processo o primeiro passo é a vida, a forma de viver, o sentido com o qual se vive e, a partir disso, descobrir no dia-a-dia esta presença ressuscitada de Jesus, até chegar ao ponto da descoberta mais fantástica: Ele é Deus-conosco!

Neste modelo o evangelizador anuncia com a vida que seguir Jesus é o verdadeiro caminho da felicidade do ser humano. Quando falo evangelizador não estou me referindo simplesmente a um indivíduo que vai como missionário anunciar o evangelho em algum lugar. Estou me referindo a pessoas que, vivendo em comunidade, compartilham o estilo de vida de Jesus: no amor, no perdão, na solidariedade, na oração, na justiça, na caridade, na esperança... Foi deste modo que os primeiros cristãos provocaram e atraíram quem estava ao seu redor, sendo um sinal no mundo da presença de Jesus. Este modelo de evangelização convida as pessoas não a ouvirem discursos primeiro, mas a ouvirem a vida que se apresentava diante delas e, sendo provocadas a experimentar, elas podem fazer a experiência do que significa viver conforme a Boa Notícia de Jesus. Fazendo o caminho elas poderão descobrir quem é Jesus, reconhecer que realmente a vida encontra pleno sentido nEle, que só sendo Deus para nos trazer tão profunda e bela verdade: somos filhos amados por Deus, salvos por seu amor e chamados a viver uma vida nova.

Este modelo é bem mais exigente do que o primeiro, pois o outro pode cair no intelectualismo: discurso e conceitos bonitos, mas que não passam de palavras para seus ouvintes e que podem ser facilmente manipulados ideologicamente.

O segundo modelo é existencial: a vida é o critério de base, a busca do seguimento feliz e ousado que gera questionamentos à mentalidade e aos valores da cultura presente, fazendo perguntar-se se “este modo de viver é realmente o melhor”, “o que move estas pessoas a viverem assim e de onde vem sua alegria, sua felicidade, pois não vivem nossos valores, vivem outros, aprendidos com um ‘tal Jesus’”. Aqui a manipulação é mais difícil, pois somente fazendo a experiência é que se compreende em profundidade o significado da mensagem evangélica.

Estou persuadido de que este é o caminho, mas também descobri que ele é bem mais exigente. O cristão que deseja levar ao mundo a boa notícia de Jesus de Nazaré, o Deus-conosco, o Senhor da cruz, o ressurrecto dentre os mortos, precisará de uma conversão de mentalidade, de modelo de evangelização, pois estamos profundamente marcados pelo modelo “de cima”... Facilmente queremos empurrar “goeala a baixo” dos outros verdades prontas e acabadas. Mudar esta postura não é fácil...

Por isso, a mensagem do evangelho que intitula esta reflexão: “Odres novos para vinho novo”. Os odres somos nós e o vinho novo é este modelo de evangelização “de baixo”. Se não mudarmos, se não fizermos uma conversão de mentalidade, este vinho novo vai se perder e nós também nos perderemos.
Depois poderei fazer outro texto fundamentando melhor esta proposta de evangelização. Por hora, só queria compartilhar esta reflexão que me levou a esta descoberta provocadora e provocativa... Sinto que converter-me neste contexto será um caminho difícil...

A você que está lendo e conseguiu chegar ao final eu peço: se concorda comigo, se acha que vale a pena fazer este caminho, por favor, não me deixe só! Pode ser que juntos consigamos o que sozinhos jamais seríamos capazes..

Vamos tentar... “Tudo vale a pena mesmo que a fé seja pequena!”

Um abraço!

Pe. Augusto Lívio